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OBJECTIVOS

Ao decidirem implementar programas ou projectos de Arte Pública, os municípios enfrentam uma série de problemas comuns que podem ser sistematizadas em torno de três vertentes fundamentais: Produção, Gestão e Difusão.
Neste sentido, o Workshop tem por objectivos:


- permitir uma reflexão conjunta entre os vários intervenientes nestas questões (dos técnicos aos artistas, dos investigadores aos cidadãos) a partir de diversas experiências concretas desenvolvidas por municípios portugueses e espanhóis;
- analisar, valorizar e, na medida do possível, aproximar algumas soluções às questões enunciadas;
- estabelecer uma estrutura de rede permanente para que os municípios possam trocar experiências.


1 – PRODUÇÃO

Os programas de Arte Pública têm que ser decididos e implementados. No entanto, estes contêm questões estratégicas tais como: Por quem? Quem e como se financiam? Que pretextos, que valores simbólicos celebrar através da Arte Pública? É útil recorrer à Arte Pública para fomentar a construção e afirmação de territórios e coesão identitárias? Qual o(s) serviço(s) municipal(ais) a responsabilizar? A melhor fórmula é a do concurso público? É possível estabelecer programas que ultrapassem os ciclos eleitorais? A colaboração com outras instituições é possível e pertinente? É preferível transferir a responsabilidade para comissariados exteriores à entidade promotora? Existem maiores possibilidades de intervenção em programas efémeros ou perenes?


2 – GESTÃO

A Arte Pública da Cidade faz parte do seu património, com a particularidade das esculturas ou outras intervenções artísticas no espaço público terem um valor simbólico muito importante capaz de gerar processos de identidade local. Como património exposto a intempéries e a processos de contaminação, a sua preservação é difícil e onerosa. Neste âmbito podem enunciar-se algumas questões: Existe uma gestão integrada da Arte Pública? Os processos de divulgação na web (inventários on-line, sítios de divulgação, etc.) contribuem realmente como factores acrescidos de cidadania? Como se faz a manutenção: através de organismos e serviços próprios ou por contratações avulsas? Quais os custos de manutenção? Existem procedimentos ou protocolos que permitam ou facilitem a conservação preventiva, ao mesmo tempo que optimizem o seu peso económico?


3 – DIFUSÃO

Apesar do valor simbólico e identitário que possui, a Arte Pública de uma Cidade tende a ser desconhecida. Muitos cidadãos só reparam nas intervenções quando se produz uma reacção contra as intenções dos promotores, ou porque a nova intervenção não agrada, ou porque se quer alterar um espaço consolidado.
A experiência da web da Arte Pública em Barcelona, tal como outras experiências (como a edição de catálogos, exposições e guias), pretendem fazer uma difusão alargada da Arte Pública. No entanto, este tipo de actuações decorrem de forma irregular e poucas vezes se conjugam com programas estáveis e articulados.
Neste âmbito, podem formular-se, entre outras, as seguintes questões: Qual o papel dos municípios na difusão do seu património? Existem políticas estratégicas de informação sistemática aos cidadãos? Como se pode aproveitar a Arte Pública para a divulgação e conhecimento da Cidade? Existem programas de formação que utilizem a Arte Pública como motores?



Programa

  OBJETIVOS

Los ayuntamientos se enfrentan a una serie de problemáticas comunes cuando deciden poner en marcha programas o proyectos de arte público. Podemos agrupar estas problemáticas en tres apartados
En este sentido, el Workshop tiene como objetivos:


- permitir una reflexión conjunta entre los varios actores en estas cuestiones (desde los técnicos a los artistas, de los investigadores a los cidadanos) a partir de diversas experiencias concretas desarrolladas por municipios portugueses y españoles;
- analizar, valorar y, en la medida de lo posible, aproximar algunas soluçiones a las cuestiones enunciadas;
- establecer una estructura de red permanente para que los municipios puedan intercambiar experiencias.

1.- PRODUCCION

Los programas de arte público tienen que ser decididos e implementados. Sin embargo se plantean preguntas estratégicas: ¿Por quién?, ¿Quién los financia y cómo?, ¿Qué pretextos,, qué valores simbólicos celebrar mediante el Arte Público? , ¿Es útil recurrir al Arte Público para fomentar la construcción y afirmación de territorios y sus señas de identidad? , ¿ Qué servicios municipales están implicados?, ¿Es la fórmula del concurso público la mejor? ¿Es posible establecer programas que superen el límite de los ciclos electorales? ¿Es posible y pertinente colaborar con otras instituciones? O ¿es preferible externalizar la responsabilidad en operaciones de comisariado? ¿Es posible intervenir en programas temporales más que en programas peduarbles?


2.- GESTIÓN

El arte público de la ciudad forma parte de su patrimonio, con la particularidad de que, las esculturas u otros artefactos situados en la calle poseen un valor simbólico muy importante, capaz de generar procesos de identidad local. Como patrimonio expuesto a la intemperie y a la contaminación su preservación se hace difícil y costosa. A este ámbito podríamos asociar algunas preguntas como: ¿Existe una gestión integradadel arte público?. Los procesos de divulgación on-ine ¿contribuyen realmente como factores de desarrollo de la ciudadanía?. ¿Cómo se realiza el mantenimiento, a traés de organismos propios o mediante contratata? ¿Cuál es el coste del mantenimiento? ¿Existen procedimientos o protocolos que permitan el matenimiento preventivo, al mismo tiempo que mejorar la performance económica del mismo?

3.- DIFUSIÓN

A pesar del valor simbólico e identitario que posee, el arte público de una ciudad es el gran desconocido. Muchos ciudadanos sólo reparan en las intervenciones cuando se produce una reacción contra disposiciones camararias, sea porqué la intervención no gusta sea porqué se quiere remover una intervención consolidada.
La experiencia del web de arte público de Barcelona, así como otros esfuerzos como son los catálogos, exposicione y guías, pretenden establecer una buena difusión del arte público.
A pesar de ello este tipo de actuaciones se realizan de forma intermitente y pocos veces se articulan en un programa estable y articulado.
Las preguntas que nos podríamos formular son ¿Qué papel tiene el Ayuntamiento en la difusión de su patrimonio? ¿Tenemos políticas estratégicas que mantengan sistemáticamente informado al ciudadano? ¿Cómo podemos aprovechar el arte público para la difusión del conocimiento de la ciudad? ¿Tenemos programas de formación que utilicen el arte público como motor de la misma?


Ponentes

Sra.Presidente da Câmara
Municipal de Almada.

Sr. Presidente da Câmara Municipal de Moita


Sr. Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o- Novo

Almada.António Matos, Vereador dos Serviços Sócio-Culturais da CMA

Carme Grandas. Ayuntamiento de Barcelona

Núria Arnau. Consorci de La Mina (Sant Adrià de Besòs. Barcelona)


Antonio Mostalac. Director de Patrimonio. Ayuntamiento de Zaragoza

António Pires de Matos. Curso de
Conservação e Restauro FCT/UNL/ VICARTE

A. Remesar,
Universidade de Barcelona

Ana Isabel Ribeiro, Casa da Cerca - Almada


J.P. Lorente. Observatório Argonés del Arte Público

Blanca Fernández Quesada. Universidad Complutense de Madrid

Silvia Câmara- Maria Teresa Bispo. Património Cultural. Câmara Municipal de Lisboa


José Guilherme Abreu (APHA)

C. Sisti (paisagista), C. Valente (Designer), S. Vicente (escultor), T. Lopes (Escultor)

Fernando Nunes da Silva (CESUR)


DESTINATÁRIOS PREFERENCIAIS

Eleitos e técnicos de autarquias, investigadores e estudantes universitários, profissionais com intervenção no espaço público e/ou no património.

Apoios

CR Polis - GRC Art, Ciutat, Societat

Proy. HUM 2005- 00420

Doct.Calidad MDC2004-00218