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OBJECTIVOS
Ao decidirem implementar
programas ou projectos de Arte Pública, os municípios enfrentam
uma série de problemas comuns que podem ser sistematizadas em torno
de três vertentes fundamentais: Produção, Gestão
e Difusão.
Os programas de Arte Pública têm que ser decididos e implementados. No entanto, estes contêm questões estratégicas tais como: Por quem? Quem e como se financiam? Que pretextos, que valores simbólicos celebrar através da Arte Pública? É útil recorrer à Arte Pública para fomentar a construção e afirmação de territórios e coesão identitárias? Qual o(s) serviço(s) municipal(ais) a responsabilizar? A melhor fórmula é a do concurso público? É possível estabelecer programas que ultrapassem os ciclos eleitorais? A colaboração com outras instituições é possível e pertinente? É preferível transferir a responsabilidade para comissariados exteriores à entidade promotora? Existem maiores possibilidades de intervenção em programas efémeros ou perenes?
A Arte Pública da Cidade faz parte do seu património, com a particularidade das esculturas ou outras intervenções artísticas no espaço público terem um valor simbólico muito importante capaz de gerar processos de identidade local. Como património exposto a intempéries e a processos de contaminação, a sua preservação é difícil e onerosa. Neste âmbito podem enunciar-se algumas questões: Existe uma gestão integrada da Arte Pública? Os processos de divulgação na web (inventários on-line, sítios de divulgação, etc.) contribuem realmente como factores acrescidos de cidadania? Como se faz a manutenção: através de organismos e serviços próprios ou por contratações avulsas? Quais os custos de manutenção? Existem procedimentos ou protocolos que permitam ou facilitem a conservação preventiva, ao mesmo tempo que optimizem o seu peso económico?
Apesar do valor simbólico
e identitário que possui, a Arte Pública de uma Cidade tende
a ser desconhecida. Muitos cidadãos só reparam nas intervenções
quando se produz uma reacção contra as intenções
dos promotores, ou porque a nova intervenção não
agrada, ou porque se quer alterar um espaço consolidado. |
OBJETIVOS
Los ayuntamientos
se enfrentan a una serie de problemáticas comunes cuando deciden
poner en marcha programas o proyectos de arte público. Podemos
agrupar estas problemáticas en tres apartados
1.- PRODUCCION Los programas de arte público tienen que ser decididos e implementados. Sin embargo se plantean preguntas estratégicas: ¿Por quién?, ¿Quién los financia y cómo?, ¿Qué pretextos,, qué valores simbólicos celebrar mediante el Arte Público? , ¿Es útil recurrir al Arte Público para fomentar la construcción y afirmación de territorios y sus señas de identidad? , ¿ Qué servicios municipales están implicados?, ¿Es la fórmula del concurso público la mejor? ¿Es posible establecer programas que superen el límite de los ciclos electorales? ¿Es posible y pertinente colaborar con otras instituciones? O ¿es preferible externalizar la responsabilidad en operaciones de comisariado? ¿Es posible intervenir en programas temporales más que en programas peduarbles?
El arte público de la ciudad forma parte de su patrimonio, con la particularidad de que, las esculturas u otros artefactos situados en la calle poseen un valor simbólico muy importante, capaz de generar procesos de identidad local. Como patrimonio expuesto a la intemperie y a la contaminación su preservación se hace difícil y costosa. A este ámbito podríamos asociar algunas preguntas como: ¿Existe una gestión integradadel arte público?. Los procesos de divulgación on-ine ¿contribuyen realmente como factores de desarrollo de la ciudadanía?. ¿Cómo se realiza el mantenimiento, a traés de organismos propios o mediante contratata? ¿Cuál es el coste del mantenimiento? ¿Existen procedimientos o protocolos que permitan el matenimiento preventivo, al mismo tiempo que mejorar la performance económica del mismo? 3.- DIFUSIÓN A pesar del valor
simbólico e identitario que posee, el arte público de una
ciudad es el gran desconocido. Muchos ciudadanos sólo reparan en
las intervenciones cuando se produce una reacción contra disposiciones
camararias, sea porqué la intervención no gusta sea porqué
se quiere remover una intervención consolidada.
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Ponentes Sra.Presidente da
Câmara Sr. Presidente da Câmara Municipal de Moita
Almada.António Matos, Vereador dos Serviços Sócio-Culturais da CMA Carme Grandas. Ayuntamiento de Barcelona Núria Arnau. Consorci de La Mina (Sant Adrià de Besòs. Barcelona)
António Pires
de Matos. Curso de A. Remesar, Ana Isabel Ribeiro, Casa da Cerca - Almada
Blanca Fernández Quesada. Universidad Complutense de Madrid Silvia Câmara- Maria Teresa Bispo. Património Cultural. Câmara Municipal de Lisboa
Eleitos e técnicos de autarquias, investigadores e estudantes universitários, profissionais com intervenção no espaço público e/ou no património. Apoios CR Polis - GRC Art, Ciutat, Societat Proy. HUM 2005- 00420 Doct.Calidad MDC2004-00218
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